quarta-feira, dezembro 22, 2010

Feliz Natal, Prospero Ano Novo

Caros leitores,

Serve o presente post para deixar os meus sinceros votos de um excelente Natal, cheio de prendinhas no sapatinho e de uma óptima entrada para o ano que se aproxima.

Cumprimentos

Mário Rui Castro

segunda-feira, dezembro 06, 2010

E que tal adoptar um animal neste Natal?



A mim deu-me vontade de adoptar um companheiro para a vida...

Sim... e como alguém dizia: "Não são descartáveis!"

Quote...

"O que eu faço, é uma gota no meio de um oceano. Mas sem ela, o oceano será menor."

Madre Teresa de Calcutá

domingo, novembro 28, 2010

Adivinha...

Ninguém dá pela sua passada,
Não se sente nem se revela,
Não há quem bloqueie a sua estrada,
Mas a vivência a ele apela..

Corre rápido mas não o contam,
Voa, nada e no espaço viaja,
Apenas pequenas fracções o montam,
Não é criatura nem se acha.

Cinco podem parecer dez,
Se no caso nada te apetecer,
Mil tornam-se cem por sua vez,
Se no bom o quiseres ter.

Quem é ele?

sexta-feira, novembro 19, 2010

N-Joy



Some days, feels my soul has left my body

Feel I’m floating high above me
Like I’m looking down upon me

Start sinking, everytime I get to thinking
It’s easier to keep on moving
Never stop to let the truth in


Sometimes I feel like it’s all been done
Sometimes I feel like I’m the only one
Sometimes I wanna change everything I’ve ever done
Too tired to fight and yet too scared to run

And if I stop for a minute
I think about things I really don’t wanna know
And I’m the first to admit it
Without you I’m a liner stranded in an ice floe

I feel like I’m a thief who has no faith
Maybe more than by the grade
Of the drugs you took that day

Sinking in the pain he’s been inflicting
Yet he’s feeling like the victim
Just a horoscope’s to blame

Sometimes I feel like a little lost child
Sometimes I feel like the chosen one
Sometimes I wanna shout out ’til everything goes quiet
Sometimes I wonder why I was ever born

And if I stop for a minute
I think about things really I don’t wanna know
And I’m the first to admit it
Without you I’m child and so wherever you go
I will follow

(rap)
One… yeah…
And baby you are just beautiful from crown to your cuticles
You held down my two sons, you never frown when duty calls
You know me, I gave you more than you can handle
But you still keep a handle on it, even when I take something beautiful and vandal on it
No more females? Well how come my emails got notes on a scandal
It’s like Eve with the apple,
A priest in the chapel
Overcome by the devil’s tackle
I’m still shackling the bad til I know
I’m such a hassle every time I let my thoughts go
I get baffled so I hardly pause
I just crossed seas with these gnarly broads
Cos it hurts me just to see what I finally lost
So I guess I’m just a fiend
Consumed by the scene
The stage and the screens
Where it’s just me and Keane

And if I stop for a minute
I think about things I really don’t wanna know
So I guess I’m just a fiend
Consumed by the scene
And I’m the first to admit it
Without you I’m a liner stranded in an ice floe
The stage and the screens
Where it’s just me and Keane

quinta-feira, outubro 28, 2010

Que saudades...



Longe vão os anos em que este rapazinho fazia um som Jazzy Q.B.
Desses tempos, esta é certamente uma das sua melhores musicas.

N-Joy!

segunda-feira, outubro 18, 2010

Tempo

O tempo passa rápido demais para quem se preocupa demasiado.
O tempo flui depressa demais para quem acha que tem tempo para tudo.
O tempo escoa-se rápido demais para quem quer deixar algo para amanhã.
O tempo... bem, o tempo faz a sua vida enquanto nós vamos ficando para trás.

De facto,a única forma que consegui arranjar para fazer parar o tempo foi num cronometro. E quando olhei o relógio de pulso verifiquei que afinal apenas parei uma parcela de tempo... o daquele cronometro. Eu estava 15 segundos mais velho, tal como todas as coisas que me rodeavam. E nesses 15 segundos que fiquei parado contemplando a fictícia paragem do tempo, milhares de coisas aconteceram no mundo.

Não mais deixarei nada por fazer, por dizer...
Não mais permanecerei parado sem nada fazer...
Não mais olharei os projectos com desleixo...
Afinal, agora também é tempo!

quinta-feira, setembro 16, 2010

Fez ontem outro porradão de anos...

Não queria tornar-me repetitivo no que diz respeito aos títulos das postagens... mas que se lixe. A verdade é que fez ontem uma porrada de anos que muito boa gente nasceu... outra morreu e enfim... aconteceram coisas na história da Humanidade que acho que não devem ficar esquecidas na Wikipédia.

Antes do mais, em 1982, eu nasci... vim ao mundo, como se costuma dizer. Neste dia 15 de Setembro, abri pela primeira vez os olhos e pude apreciar o Mundo tal como ele é.
Em 1765, nasceu o Bocage e em 1890 a Agatha Christie. O Oliver Stone e o Tommy Lee Jones apareceram em 1946... e até o Príncipe Harry de Gales escolheu o dia 15 de Setembro de 1984 para botar a cabeça de fora.

Digam lá que não é um diz altamente espectacular?

Cumprimentos,

segunda-feira, setembro 13, 2010

Para pensar...

"Como a abelha que recolhe o mel de diferentes flores, assim o sábio aceita a essência das diferentes escrituras e vê somente o bom em todas as religiões."

Srimad Bhagavatam

quarta-feira, agosto 25, 2010

The hive

Acho curioso quando olhamos para um carreiro de formigas com aquele desprezo de quem vai ali num instante buscar o belo do pó para lhes dar o "arroz doce". Gosto de imaginar uma entidade maior, a olhar para as autoestradas do nosso planeta e a pensar no mesmo... "Ah, que vontade de dar cabo destes malandros!".

Reflectindo um pouco sobre este assunto, chega-se à conclusão que as semelhanças entre Homem e Formiga são deveras abismais. Ambos vivemos agrupados, já que a união faz a força. Ambos modificamos o nosso meio ambiente. Ambos esgotamos os nossos recursos para manter a sociedade viva. Ambos tememos as intempéries. Ambos seguimos regimes estratificados e obedecemos a um líder.

Creio que há mais uma ou outra coisa que poderia ser adida a esta lista comum entre espécies tão diferentes...

No entanto e ao contrário das "pequenas", o Homem busca maioritariamente o proveito próprio, não se preocupa com alheio, não luta pelo bem da comunidade...

Enfim, ainda temos muito para aprender com aqueles que nos rodeiam, ou que eventualmente perfuram as nossas paredes.

Cumprimentos

terça-feira, agosto 03, 2010

Acreditar...

Tentam-nos convencer que a erva é sempre mais verde do lado de lá da cerca...
Tentam-nos convencer que a vida é linear, imutável e controlada pelo destino...
Tentam-nos convencer que o mundo está destinado a ser destruído pelo ser humano...
Tentam-nos convencer que o Homem é uma simples marioneta nas mãos de um Deus aparentemente tirano...

E muitos acreditam nisso!

Mas a erva pode ser mais verde deste lado se nós a estimarmos...
A vida pode dar milhares de voltas, podemos ser aquilo em que acreditamos e a única coisa realmente destinada é à morte...
O ser humano tem a capacidade de destruir mas também de dar vida a todas as coisas...
E que Deus... Deus está dentro de cada um de nós... Basta espreitar com cuidado...

Isso, poucos ou nenhuns acreditam!

sábado, julho 03, 2010

segunda-feira, junho 14, 2010

Plastomorfismo (se é que existe)

Todos somos feitos de plasticina...
Aliás, tudo me leva a crer que a plasticina foi criada perante a inconstância humana, perante a capacidade do Homem para se moldar ao seu futuro.
Nascemos como uma massa disforme, alterável... que sofre toda uma modelação aquando da nossa interacção com o mundo exterior.
Assim nos tornamos em algo mais elaborado, trabalhado, concreto, enquanto percorremos as estradas da nossa simples e curta existência.
No entanto, e muitas vezes revemos este mesmo episódio nas nossas vidas, um pedaço de plasticina apenas ganha algum sentido quando lhe enfiamos um valente murro, quando o deforma-mos para ganhar um novo sentido... uma nova cara... um novo carácter.
E olhando para aquela massa, que em segundos se torna aparentemente disforme, vemos todo um sentido poético para a vida; em que o belo, feio se torna, e o grotesco se torna a luz do dia a dia.
Heis um dos caminhos para a iluminação...

segunda-feira, maio 24, 2010

Pátria

Que pátria esta errante, que tristemente caminha para o futuro,
Da perfeição foste perdendo tudo, quão mal esculpido diamante,
Sois obra de arte pouco amada, desmembrada, deambulante.

Um povo grande e maduro, que infantilmente se comporta,
Em cada passagem segura, ergue-se agora um imenso muro,
Se um dia fostes grande, tombada estais agora... quase morta.

De costa voltadas a quem te ama, buscais afecto e atenção,
Por tortuosos caminhos penais, tamanha a altura desta lama,
Sois arrastada para o abismo por quem quererdes que vos estende a mão.

Lembrai-vos do vosso belo passado minha pátria errante,
No que homens comuns fizeram, das nossas lutas travadas com agrado,
E olhai novamente para todos nós, como um povo por ti amado.

Eis mais um belo dia, como sol no alto brilha,
Dos pássaros lá fora, ressoa outra alegre melodia,
Tudo no mundo muda, mas já nada é como ontem via.

quinta-feira, maio 13, 2010

Reflexão #1

Misteriosa é a natureza humana,
Com tamanhos trunfos mas em que tão pouco é revelado.
Cumpre a cada um de nós descobri-la,
Viajar pelos seus encantos, conhecendo-nos...
Abrindo as portas da magia e dos tempos idos,
Transformando-nos em exemplos reais...
Do que a natureza ainda tem para mostrar.

sexta-feira, abril 09, 2010

Feel the breeze...

Hoje parei uns segundos para admirar o nosso planeta. É simplesmente fabuloso verificar toda a engenharia envolvida na elaboração desta pequena pérola do Universo.
Hoje parei para sentir a brisa no rosto... para receber de braços abertos o aconchego do sol.
Hoje simplesmente parei... e amei o que senti.

domingo, março 07, 2010

Dreaming...

Ainda sonâmbulo me levanto,
Carrego no olhar o peso do cansaço,
No espelho perscruto-me no entretanto,
Automatizado, nem sei bem o que faço.

Água na cara, roupa no corpo,
Lentamente recupero da sonolência,
Ainda cambaleio... um pouco torto,
Luto para não perder a decência.

O dia passa sem que dele dê conta,
Corre célere para minha agonia,
Um desejo e qualquer coisa fica pronta,
A felicidade mistura-se com a melancolia.

O tempo para nada é válido,
As leis da Física dobram e curvam,
Se quiser saltar para um lugar cálido,
Viajo a velocidades que o mundo turvam.

A mente eventualmente clama por sossego,
O corpo implora por descansar,
Enrolo-me nas mantas, tal morcego,
E finalmente me preparo para acordar.

domingo, fevereiro 21, 2010

Look down!

Novamente, a nossa esfera galáctica demonstrou, com toda a sua mestria, o quanto é dona de si própria. Com um golpe cruel, feriu brutalmente a mais prestigiada região autónoma portuguesa. Lamentavelmente, houve mortes, feridos, desalojados, em grande parte por a ganância do Homem se sobrepor à razão. Antes de olharmos para o céu em busca de ajuda, talvez fosse bom olhar para a terra e tentar compreende-la. Porque como qualquer senhora, tem os seus caprichos... e aprecia quando é estimada.

sábado, fevereiro 06, 2010

27º Capitulo - Fogo de cobertura

“AGORA!” grita Abdul com a sua gutural voz. Ouvem-se arcos a retesar uns atrás dos outros. Lá em baixo, um cavaleiro vai-se desviando agilmente por entre a chuva de flechas. O mesmo não poderei dizer dos que dele se acercam. O brilho do vidro negro à Lua é no mínimo desconcertante… é abafado… mórbido. “Oh sonhador, vê se dás o sinal!” exclama Tulfah enquanto aguarda pacientemente que Akmer esteja suficientemente perto para permitir passagem para a cidade. Lembro-me de grandes batalhas, combates ferozes entre os guerreiros do profeta e os infiéis. Tive o prazer de os presenciar e de os escrever para que possam ser relembrados… mas nunca estive na defensiva. Nunca tive de recuar e temer pela minha própria vida. No ar já não se ouvem o som característico das cordas a largar morte pelos campos… “Onde é que ele se meteu?” murmuram os arqueiros. De volta à realidade, dou com os arqueiros parados, à procura de algo nos terrenos abaixo. “Que se passa?” pergunto como se tivesse acabado de chegar. “Akmer foi cercado… depois desapareceu!” responde-me ansiosamente Teht. “Mas eles apanharam-no?” “Não, simplesmente… puf!”. Abdul dá uma palmada nas costas de Teht “Fica atento, Akmer não pode cair… todos são fundamentais agora!”. Tal como eu, Teht parece-me perdido, mas assente e volta para a muralha. Esperamos… e o mesmo faz o nosso inimigo. Não podemos disparar flechas com o risco de acertar no nosso companheiro. Consigo ver que há algo naquelas criaturas negras que ficou perturbado com a chegada de Akmer. Há algo que elas sabem e nós não, algo que elas temem ao ponto de se sacrificar para não o deixar passar. E parece-me que o meu amuleto também o sente… parece que está cada vez mais quente… parece que me quer dizer… “Tulfah, abre a porta rápido!” grito empoleirado na muralha. Tulfah olha-me com um certo desconforto. “Faz o que te digo! Abre a porta!”. Os soldados levantam as trancas e abre-se um espaço pouco maior que a largura de um cavalo. Como que por um sopro divino, os soldados que protegem a porta são atirados para o lado. “Podes fechar Tulfah!” volto a gritar. Ainda recompondo-se, os soldados apressam-se a fechar a porta. “E o Akmer?” pergunta Tulfah aparentando uma enorme confusão. “Não te preocupes Tulfah, já entrou quem tinha a entrar” digo, soltando um ligeiro sorriso. “Venham para as muralhas!”. Abdul, que se havia apercebido de toda a confusão gerada à porta, dá nova ordem a Teht aos arqueiros. Os soldados inimigos que ainda rondam o descampado à procura de Akmer começam a tombar sob as nossas flechas. No topo das colinas, a desordem inimiga é bem visível… e pouco duradoura! Parece que começou o assalto…