Apenas queria um momento,
Um momento contigo...
Recatados do mundo.
Um ténue reconforto, desejado para o corpo,
Deu à luz uma invariável negação.
Da unidade por mim fortemente requerida...
Resta-me apenas a morbida ilusão.
Respiro, nos ponteiros da vida desmedida,
Rosas com espinhos do tamanho do tempo.
Petalas de aço, ardem-me na mão...
Insanidade... triste meu, o ressentimento.
sábado, janeiro 29, 2005
terça-feira, janeiro 25, 2005
Reavaliação
Por vezes, fazemos as coisas da pior forma.
Empenhamo-nos por conseguir tanto uma coisa,
Deixando-a, depois, ao abandono.
Mas quantas vezes se acorda,
Depois de um sonho em que a perdemos?
E tantas vezes desprezamos esses sonhos...
Só dói quando não há, certo?
Então demonstra que nunca falhará,
Pois eu estarei sempre.
Não quero mais sonhos destes...
Fazem-me sofrer.
E não quero que estes sonhos,
Se transformem numa brutal realidade.
Empenhamo-nos por conseguir tanto uma coisa,
Deixando-a, depois, ao abandono.
Mas quantas vezes se acorda,
Depois de um sonho em que a perdemos?
E tantas vezes desprezamos esses sonhos...
Só dói quando não há, certo?
Então demonstra que nunca falhará,
Pois eu estarei sempre.
Não quero mais sonhos destes...
Fazem-me sofrer.
E não quero que estes sonhos,
Se transformem numa brutal realidade.
segunda-feira, janeiro 24, 2005
Triste luta
Fico triste quando falho,
Quando os meus projectos são rejeitados,
Quando não consigo transmitir ideias,
Triste quando o meus trabalhos são desprezados.
E pensar que luto por algo bom,
Que acredito em valores perdidos,
Atravessando abismos e infernos,
Sendo rejeitado pelos entes queridos.
De que me vale lutar então,
Não quero ser Don Quixote...
Se já ninguem acredita...
Resta-me abandonar o forte.
Vou deambular por pensamentos,
Rejeitar qualquer quimera.
Desprovido de sentimentos...
"Morto!" - alguém dissera.
Quando os meus projectos são rejeitados,
Quando não consigo transmitir ideias,
Triste quando o meus trabalhos são desprezados.
E pensar que luto por algo bom,
Que acredito em valores perdidos,
Atravessando abismos e infernos,
Sendo rejeitado pelos entes queridos.
De que me vale lutar então,
Não quero ser Don Quixote...
Se já ninguem acredita...
Resta-me abandonar o forte.
Vou deambular por pensamentos,
Rejeitar qualquer quimera.
Desprovido de sentimentos...
"Morto!" - alguém dissera.
sexta-feira, janeiro 21, 2005
Juntos dançamos
Sinto-me bem,
Vejo o brilho dos teus olhos.
Teus desejos são meus...
Teu sorriso é felicidade.
Alegria e tristeza,
Juntos num coração.
Melodia penetrante,
Música nos meus ouvidos.
Som que se propaga,
Nota para os sentidos.
Ordem das coisas...
Caos da alma.
Sentimento do mundo,
Amor pela calma.
Vejo o brilho dos teus olhos.
Teus desejos são meus...
Teu sorriso é felicidade.
Alegria e tristeza,
Juntos num coração.
Melodia penetrante,
Música nos meus ouvidos.
Som que se propaga,
Nota para os sentidos.
Ordem das coisas...
Caos da alma.
Sentimento do mundo,
Amor pela calma.
quinta-feira, janeiro 20, 2005
Felicidade
Barreira inalcansavel,
À qual todos tentamos chegar.
Tentativa do perfeito,
Da doçura e harmonia.
Felicidade...
Temo-la sempre,
Todos os dias.
Sonhamos e desejamos,
Para acordar num outro dia
E ela ter desaparecido.
Busca interminável,
Tortura de quem vive.
Ponto final da vida,
De uma criatura chamada Homem.
À qual todos tentamos chegar.
Tentativa do perfeito,
Da doçura e harmonia.
Felicidade...
Temo-la sempre,
Todos os dias.
Sonhamos e desejamos,
Para acordar num outro dia
E ela ter desaparecido.
Busca interminável,
Tortura de quem vive.
Ponto final da vida,
De uma criatura chamada Homem.
quarta-feira, janeiro 19, 2005
Pedaço de Mundo
Sinto o peso da frustração.
Mesmo quando tudo corre bem,
Há sempre algo que fica por desejar.
Não quero o mundo...
Nem o desejo!
É muito para mim;
É um imenso tesouro.
Dele só quero um pouco,
Por mais pequeno que seja.
Do deserto, alguns grãos de areia;
Do mar, apenas umas gotas;
Do céu, um pouco de ar...
E com esse pedaço de mundo,
Faria um mundo para mim.
Mesmo quando tudo corre bem,
Há sempre algo que fica por desejar.
Não quero o mundo...
Nem o desejo!
É muito para mim;
É um imenso tesouro.
Dele só quero um pouco,
Por mais pequeno que seja.
Do deserto, alguns grãos de areia;
Do mar, apenas umas gotas;
Do céu, um pouco de ar...
E com esse pedaço de mundo,
Faria um mundo para mim.
sexta-feira, janeiro 14, 2005
Belo dia
Que belo dia este...
A felicidade aquece-me o coração.
Provas passadas,
Resultados obtidos...
É bom ver o que conseguimos,
Os obstáculos que passámos,
O sofrimento tolerado.
É bom olhar para trás,
Perceber que temos a capacidade,
Para ser muito no mundo.
É bom ser...
E sentir do que realmente sou capaz.
A felicidade aquece-me o coração.
Provas passadas,
Resultados obtidos...
É bom ver o que conseguimos,
Os obstáculos que passámos,
O sofrimento tolerado.
É bom olhar para trás,
Perceber que temos a capacidade,
Para ser muito no mundo.
É bom ser...
E sentir do que realmente sou capaz.
domingo, janeiro 09, 2005
Only Divagando...
Boa onda,
Energia positiva,
Sentimentos bons...
Alimento da alma,
Frescura no corpo...
Tristeza dos nobres,
Alegria do povo...
Pensamento surreal,
Realidade inatingivel...
Luta constante,
Paz invisivel...
Caminho de dor,
Autoestrada de felicidade...
Corrida sem fim,
Infinito com finalidade...
Energia positiva,
Sentimentos bons...
Alimento da alma,
Frescura no corpo...
Tristeza dos nobres,
Alegria do povo...
Pensamento surreal,
Realidade inatingivel...
Luta constante,
Paz invisivel...
Caminho de dor,
Autoestrada de felicidade...
Corrida sem fim,
Infinito com finalidade...
sábado, janeiro 08, 2005
Confusão
Porque será que quando as coisas correm bem,
Vem sempre algo para estragar?
Trata-se de destino?
Ou será que a vida é mesmo assim?
Tento meditar sobre estas questões,
Mas não me ocorrem respostas.
Fico confuso...
Por não saber o que se passa,
Por não ter soluções,
Por ficar numa situação delicada.
E enquanto a tudo se transforma em pura anarquia,
Isolo-me...
Escondo-me dos problemas,
Aguardando o dia dos enfrentar.
Vem sempre algo para estragar?
Trata-se de destino?
Ou será que a vida é mesmo assim?
Tento meditar sobre estas questões,
Mas não me ocorrem respostas.
Fico confuso...
Por não saber o que se passa,
Por não ter soluções,
Por ficar numa situação delicada.
E enquanto a tudo se transforma em pura anarquia,
Isolo-me...
Escondo-me dos problemas,
Aguardando o dia dos enfrentar.
quinta-feira, janeiro 06, 2005
Mundo não meu...
Há momentos na vida,
Em que o mundo parece desabar.
Trata-se de sofrimento e solidão,
Não meus, mas de outrém.
Temo por não saber ajudar,
Por ferir, talvez...
Matar.
Vivo neste mundo não meu,
Torturando quem me quer bem.
Crucifico sentimentos,
Bem estar e alegria.
E, não querendo o mal a ninguém,
Fico só, levitando...
Sonhando pelo dia,
Em que na minha bola de sabão,
Poderei voltar para onde perteço.
Em que o mundo parece desabar.
Trata-se de sofrimento e solidão,
Não meus, mas de outrém.
Temo por não saber ajudar,
Por ferir, talvez...
Matar.
Vivo neste mundo não meu,
Torturando quem me quer bem.
Crucifico sentimentos,
Bem estar e alegria.
E, não querendo o mal a ninguém,
Fico só, levitando...
Sonhando pelo dia,
Em que na minha bola de sabão,
Poderei voltar para onde perteço.
quarta-feira, janeiro 05, 2005
Sol
Sem ti sou apenas eu,
Juntos, somos o mundo.
Companhia quente nesta terra fria,
O sol bate-me na cara;
Aquece-me como tu.
É alento para a minha alma,
Paz para o meu corpo.
E estamos destinados a estar longe,
Separados, ainda que fisicamente;
Unidos pelo pensamento.
O sol nunca pára,
E a pensar nele ganho as forças necessárias,
Para lutar contra a saudade...
Amanhã, recomeçará o seu ciclo...
E com ele, mais um dia se arrastará.
Porém é menos um penoso dia,
Para quem ama e longe está.
Juntos, somos o mundo.
Companhia quente nesta terra fria,
O sol bate-me na cara;
Aquece-me como tu.
É alento para a minha alma,
Paz para o meu corpo.
E estamos destinados a estar longe,
Separados, ainda que fisicamente;
Unidos pelo pensamento.
O sol nunca pára,
E a pensar nele ganho as forças necessárias,
Para lutar contra a saudade...
Amanhã, recomeçará o seu ciclo...
E com ele, mais um dia se arrastará.
Porém é menos um penoso dia,
Para quem ama e longe está.
segunda-feira, janeiro 03, 2005
Longe
Sinto-te distante...
Milhões de quilometros, talvez mais.
Porém, sinto-me bem...
Sinto a vida a fluir pelas minhas veias,
Percorrer todo o meu corpo,
Inundar-me de vida.
Mas esta onda de energia,
Não leva, de mim, a tristeza...
Estás longe, e isso aflige-me.
Milhões de quilometros, talvez mais.
Porém, sinto-me bem...
Sinto a vida a fluir pelas minhas veias,
Percorrer todo o meu corpo,
Inundar-me de vida.
Mas esta onda de energia,
Não leva, de mim, a tristeza...
Estás longe, e isso aflige-me.
domingo, janeiro 02, 2005
Para mim
Se fosse músico, cantaria o nosso amor.
Na boca das pessoas andariam as minhas palavras,
Alegres ou não.
Se fosse escritor, escreveria sobre ti,
E todos te conheceriam nas linhas dos meus livros.
Como sou amante, escrevo e canto.
Porém, ninguém lê ou ouve...
Porque é para mim.
És um bem demasiado valioso para partilhar.
És uma peça de arte,
No museu que é o meu coração.
Na boca das pessoas andariam as minhas palavras,
Alegres ou não.
Se fosse escritor, escreveria sobre ti,
E todos te conheceriam nas linhas dos meus livros.
Como sou amante, escrevo e canto.
Porém, ninguém lê ou ouve...
Porque é para mim.
És um bem demasiado valioso para partilhar.
És uma peça de arte,
No museu que é o meu coração.
sábado, janeiro 01, 2005
Alegria
Hoje canto...
Canto a energia que sinto.
A minha caixa, cavalgando jubila,
Sente amor, afecto, paixão.
É bom acordar a cantar...
Ver tudo com olhos de ver.
Sentir a essência de todas as coisas da vida,
Tal como saboreamos o mais delicioso mel.
Tudo tem o seu toque especial...
Nós podemos não o saber aceitar.
Eu aceito e sou feliz...
Deixo-me embrenhar pela essência das coisas.
Assim, divago pelo mar da imaginação,
Voo até à lua... e descanço numa nuvem;
Bem lá no céu!
Canto a energia que sinto.
A minha caixa, cavalgando jubila,
Sente amor, afecto, paixão.
É bom acordar a cantar...
Ver tudo com olhos de ver.
Sentir a essência de todas as coisas da vida,
Tal como saboreamos o mais delicioso mel.
Tudo tem o seu toque especial...
Nós podemos não o saber aceitar.
Eu aceito e sou feliz...
Deixo-me embrenhar pela essência das coisas.
Assim, divago pelo mar da imaginação,
Voo até à lua... e descanço numa nuvem;
Bem lá no céu!
sexta-feira, dezembro 31, 2004
Off the record - 2
Eeeeeeeeeeeeennnnnnnnnnnnnnnnnnnaaaaaaaaaaaaa pppppppppppppppááááááááaáá´!!!!!!!!!!!!
Hoje é a passagem de ano...
Mas não é uma passagem de ano qualquer... pois! É unica... porque não é todos os anos que se passa de 2004 para 2005!
E é nesta data tão especial, repleta de alcoólicos anónimos e bebados conhecidos, que as melhores camadas se apanham... alguns para festejar, outros para afogar máguas.
E acreditem que tenho gente próxima que vai na onda da segunda. Espero que o ano que se avizinha traga um mundo para muitos e traga muitos ao mundo, porque ainda há muito boa gente que vive na lua. Não querendo estragar o dia de hoje, quero apenas que tudo corra bem para todos... acabámos o ano em tragédia, devido aos Tsunamis no Indico. Creio que este novo ano vai trazer muita alegria!
De qualquer das formas, cá vai...
UM DELICIOSO ANO NOVO REPLETO DE COISINHAS BOAS!
Não digam que não vos disse nada!
Abraços aos leitores.
Hoje é a passagem de ano...
Mas não é uma passagem de ano qualquer... pois! É unica... porque não é todos os anos que se passa de 2004 para 2005!
E é nesta data tão especial, repleta de alcoólicos anónimos e bebados conhecidos, que as melhores camadas se apanham... alguns para festejar, outros para afogar máguas.
E acreditem que tenho gente próxima que vai na onda da segunda. Espero que o ano que se avizinha traga um mundo para muitos e traga muitos ao mundo, porque ainda há muito boa gente que vive na lua. Não querendo estragar o dia de hoje, quero apenas que tudo corra bem para todos... acabámos o ano em tragédia, devido aos Tsunamis no Indico. Creio que este novo ano vai trazer muita alegria!
De qualquer das formas, cá vai...
UM DELICIOSO ANO NOVO REPLETO DE COISINHAS BOAS!
Não digam que não vos disse nada!
Abraços aos leitores.
quarta-feira, dezembro 29, 2004
O triste acordar...
A noite acaba.
De um alegre sonho, já nada resta.
Na minha pequena caixa,
Apenas trago dor e sofrimento.
Tento juntar palavras que me recordem...
Todos os bons momentos que contigo vivi.
Caio desamparado, talvez por erros meus;
Talvez por querer mais, sabendo que não aguentaria.
Acreditei e vivi...
Longos momentos na ilusão.
Acordei e aprendi...
Jamais os tive na mão!
De um alegre sonho, já nada resta.
Na minha pequena caixa,
Apenas trago dor e sofrimento.
Tento juntar palavras que me recordem...
Todos os bons momentos que contigo vivi.
Caio desamparado, talvez por erros meus;
Talvez por querer mais, sabendo que não aguentaria.
Acreditei e vivi...
Longos momentos na ilusão.
Acordei e aprendi...
Jamais os tive na mão!
segunda-feira, dezembro 27, 2004
Escuridão
Já não sei como é a lua,
Nem as estrelas, bem lá no céu!
Noite escura, triste;
Envolve todos, mesmo os que a não desejam.
Nuvens loucas, correm, à bela vontade do vento...
Nuvens que tudo cobrem, tudo turvam.
Sem luz... outra noite.
Desejos que se espalham em escuros cantos,
Nesta branca cidade.
Loucuras, não minhas...
Numa noite envolta em tão triste véu.
Nem as estrelas, bem lá no céu!
Noite escura, triste;
Envolve todos, mesmo os que a não desejam.
Nuvens loucas, correm, à bela vontade do vento...
Nuvens que tudo cobrem, tudo turvam.
Sem luz... outra noite.
Desejos que se espalham em escuros cantos,
Nesta branca cidade.
Loucuras, não minhas...
Numa noite envolta em tão triste véu.
sábado, dezembro 25, 2004
Poesia
A poesia não é,
Uma forma elaborada de escrita.
É apenas uma forma mais bonita,
De exprimirmos os nossos sentimentos;
Enterrados em cada letra,
Entendidos em cada palavra.
A poesia é o que sinto,
É o que escrevo.
É onde me leva o coração...
Longe, porque é assim a minha poesia!
Uma forma elaborada de escrita.
É apenas uma forma mais bonita,
De exprimirmos os nossos sentimentos;
Enterrados em cada letra,
Entendidos em cada palavra.
A poesia é o que sinto,
É o que escrevo.
É onde me leva o coração...
Longe, porque é assim a minha poesia!
Nota do autor!!!
A quem lê, ou tem a bela da "luminosidade cerebral" para perder algum tempo lendo o que escrevo neste blog:
Os "Off the record" são momentos de pura divagação mental, ou seja, não devem ser vistos como uma aplicação prática poética, mas sim, como uma forma de liberdade de expressão.
A todos os leitores, um muito obrigado.
Espero que este dia vos corra extremamente bem.
Abraço
Os "Off the record" são momentos de pura divagação mental, ou seja, não devem ser vistos como uma aplicação prática poética, mas sim, como uma forma de liberdade de expressão.
A todos os leitores, um muito obrigado.
Espero que este dia vos corra extremamente bem.
Abraço
sexta-feira, dezembro 24, 2004
Off the record - 1
É muita alegria...
Tava com medo que este Natal fosse "o típico e massudo natal familiar" mas, pelo contrário, vai ser pior! Vai ser ainda mais massudo! Tudo bem... é a famelga toda unida para comer que nem uns porcos, resmas de prendas que só agradam a quem as comprou, sem contar com o tipico par de meias que é sempre LINDO!! E o mais giro é que me sinto bem pelo massacre em que me vou meter. Vendo bem as coisas, até nem vai ser mau... acho. Sabendo que milhares de pessoas nem as meias recebem, não me importo mesmo nada de as meter na gaveta. E o bacalhau... Porquê?!? Que mal fiz a Deus para ter de comer um animal que nem uma carroça puxa? Sinceramente! Vinte pessoas a olhar para a travessa e a pensarem: "Se fosse um bifinho do lombo, com umas batatinhas e um ovinho a cavalo... com molho de natas... molho... bife... BACALHAU!!!!". Será que é uma forma de demonstrarmos devoção a um ser superior? Para mim é sacrifício... devo tar para receber uma ilha no Pacifico... só pode!!!
Agora a sério... Independentemente do colapso nervoso que possa ter:
DESEJOS DE UM ÓPTIMO NATAL PARA TODOS...
AMANHÃ, HÁ MAIS!!!
Tava com medo que este Natal fosse "o típico e massudo natal familiar" mas, pelo contrário, vai ser pior! Vai ser ainda mais massudo! Tudo bem... é a famelga toda unida para comer que nem uns porcos, resmas de prendas que só agradam a quem as comprou, sem contar com o tipico par de meias que é sempre LINDO!! E o mais giro é que me sinto bem pelo massacre em que me vou meter. Vendo bem as coisas, até nem vai ser mau... acho. Sabendo que milhares de pessoas nem as meias recebem, não me importo mesmo nada de as meter na gaveta. E o bacalhau... Porquê?!? Que mal fiz a Deus para ter de comer um animal que nem uma carroça puxa? Sinceramente! Vinte pessoas a olhar para a travessa e a pensarem: "Se fosse um bifinho do lombo, com umas batatinhas e um ovinho a cavalo... com molho de natas... molho... bife... BACALHAU!!!!". Será que é uma forma de demonstrarmos devoção a um ser superior? Para mim é sacrifício... devo tar para receber uma ilha no Pacifico... só pode!!!
Agora a sério... Independentemente do colapso nervoso que possa ter:
DESEJOS DE UM ÓPTIMO NATAL PARA TODOS...
AMANHÃ, HÁ MAIS!!!
Subscrever:
Mensagens (Atom)